Peter Drucker

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010


Peter Ferdinand Drucker, (nasceu em 19 de novembro de 1909, em Viena, Áustria - faleceu em 11 de novembro de 2005, em Claremont, Califórnia, EUA) foi um filósofo e economista de origem austríaca, considerado como o pai da administração moderna, sendo o mais reconhecido dos pensadores do fenómeno dos efeitos da Globalização na economia em geral e em particular nas organizações - subentendendo-se a administração moderna como a ciência que trata sobre pessoas nas organizações, como dizia ele próprio.
Peter Drucker afirmava que a empresa que conseguir vender o produto/serviço certo, para o cliente certo, com a distribuição adequada, por um preço adequado e no momento oportuno, verá seus esforços de venda reduzirem-se a quase zero, ou seja, a venda tornar-se-a automática em função de a demanda ter sido corretamente equacionada e trabalhada.

Presidente honorário da Drucker Foundation e professor de ciências sociais da Claremont Graduate University, Califórnia, EUA, escreveu muitos artigos e mais de 30 livros. O pensador produziu ao longo de sua carreira uma mistura única de rigor intelectual, popularização, praticidade e profundo conhecimento das tendências cruciais, como definiu Robert Heller, fundador e editor de uma das maiores revistas de negócios inglesas, a Management Today.

Pode-se afirmar que não há management theory(teoria da administração) que não parta da obra de Drucker. Entre seus livros mais recentes figuram Desafios Gerenciais para o Século XXI, Administrando em Tempos de Grandes Mudanças e Sociedade Pós-Capitalista, todos publicados pela editora Pioneira, atualmente Thomson.

Quinze anos depois de publicar Administrando para o Futuro, e doze depois de Administração em Tempos de Grandes Mudanças, em seu livro, Managing in the Next Society, Peter Drucker explorou as tarefas imprescindíveis da alta gerência nas primeiras décadas do século XXI.

Ele partiu de uma minuciosa descrição do cenário de negócios mais provável, determinado pela análise das tendências atuais mais marcantes e de suas conseqüências mais lógicas, à luz de circunstâncias históricas esclarecedoras por suas semelhanças com as atuais.

“Já acreditei numa nova economia”, dizia o mais reconhecido dos teóricos da administração. Drucker explicou que isso ocorreu em 1929, quando era estagiário nos escritórios europeus de uma grande empresa de Wall Street. Seu chefe, um economista europeu, estava convencido de que o boom de Wall Street duraria para sempre, e o havia demonstrado de forma “conclusiva” em um livro seu. Dois dias depois da publicação, ocorreu o crash da bolsa.

Setenta anos mais tarde, em meados dos anos 90, Drucker voltaria a ouvir falar de um boom perpétuo do mercado acionário, dessa vez impulsionado pela nova economia. “Senti que já havia estado ali”, escreveu em Management in the Next Society, elaborado quase em sua totalidade antes dos atentados de 11 de setembro de 2001 (exceto dois capítulos).

Considerado por muitos o maior guru do management de todos os tempos, Peter Drucker escreveu esse novo livro: Managing in the Next Society, lançado inicialmente no Japão, chegando em 2003 ao Brasil. De suas principais idéias – uma das mais surpreendentes é a previsão de que aumentará a mobilidade social, a partir do acesso à educação formal.

Outra característica importante será a existência de duas forças de trabalho distintas à disposição dos empregadores: a das pessoas de menos e a de mais de 50 anos de idade. As empresas deverão remunerá-las também de modos diferentes: as primeiras necessitarão de renda constante e emprego estável; as segundas poderão cuidar dos trabalhos temporários.

Enfim, os pilares de uma empresa serão modificados: 1 o significado da produção é o conhecimento, que é propriedade dos trabalhadores do conhecimento e é facilmente transportável; 2 há cada vez mais trabalhadores externos, temporários ou com dedicação parcial; 3 a concentração do negócio inteiro dentro da empresa não funciona mais, pois o conhecimento necessário para uma atividade é altamente especializado e sai muito caro contratar todos os funcionários que têm um dos conhecimentos necessários; 4 agora o cliente possui a informação; e 5 restam poucas tecnologias únicas; as indústrias precisam dominar muitas tecnologias diferentes, com as quais nem sempre estão familiarizadas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

O Que A Empresa Pode Fazer Por Mim?

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Normalmente somos colaboradores fiéis da Organização à qual estamos vinculados. Estamos com a nossa consciência tranqüila quanto ao grau de esforço que dedicamos àquela que nos remunera pelo o nosso trabalho, além servir de escola para o nosso crescimento profissional.

Bem, muitas vezes precisamos um pouco mais do que remuneração e de possibilidade de crescimento, precisamos afeto.

Sabemos que a empresa não tem essa obrigação com o seu colaborador, mas, levando em consideração que a vida particular interfere diretamente na nossa disposição no trabalho, isso significa que é, no mínimo, um investimento vantajoso. Ou seja, a empresa investe no meu coração e eu, colaborador, retorno com disposição!

Para fluir essa relação de forma saudável, é preciso que a empresa olhe para o colaborador com o chamado terceiro olho, reconhecendo o invisível e, oferecendo-lhe auxilio para as emoções. Sabemos que as emoções são responsáveis pela nossa produtividade. Nelas, estão as forças reais do ser humano. Por conseguinte, nas emoções, está o fracasso de inúmeros projetos. As pessoas precisam ser embaladas, cuidadas e acalentadas. Manifestações de amor são afagos na alma. Ao nascermos, o que nos acalmava era o embalar dos braços de alguém. Essa é a nossa natureza, somos feitos para dar e receber carinho. O restante vem por conseqüência. Assim, como o nosso crescimento físico veio como conseqüência. Sobrevivemos sem recebermos amor, mas durante o caminho, alguma coisa em nós, vai atrofiando e vai perdendo o brilho. Toda empresa quer brilhar, sonha com um espaço aberto, deseja ser fulgurante em solo brasileiro ou mundial. Nesse sonho, está intrínsico o brilho. Brilhamos ao som do reconhecimento e da valorização.

Bem, mas para esse ciclo não enfraquecer, a empresa precisa lembrar que cada colaborador é responsável, ainda que, em pequena escala, pela irradiação final. A luz é de cada um e a força dessa irradiação, é proporcional a intensidade e brilho de todos.

Portanto, empresários de todo país, em suas empresas, caminham pelos corredores pessoas que precisam ser energizadas pelo afeto e pelo reconhecimento. Assim, é a natureza humana. O nosso nível de energia define nosso grau de empenho. O nível de energia é proporcional ao reconhecimento, amor e atenção que recebo de quem eu me dedico.

Desejo sorte a todos. Afinal conduzir a vida, valorizando a energia pessoal e a do outro, é uma tarefa que não se aprendeu nos bancos escolares. Ainda bem, que nos restam os bancos da escola da vida.

Por: Gilberto Wiesel
Fonte:http://www.gilbertowiesel.com.br


Ao longo do tempo de nossa carreira profissional, vamos acumulando experiências técnicas e habilidades por competência: Lidar com clientes resistentes ou até mesmo exigentes, tratar de maneira amistosa e criar vínculos com fornecedores, conhecido como o velho “quebra galho” e principalmente entender a cadeia hierárquica, valores e filosofia da companhia na qual trabalhamos.
Dependendo da posição que alcançamos precisamos ainda de um mínimo de inteligência emocional e técnicas de liderança para tratar os demais colegas e subordinados. Fatores psicológicos e comportamentais fazem parte de sua habilidade como gestor.
Dentro deste contexto a única parte burocrática com a qual nos preocupamos é verificar os descontos no holerite e tomar um grande susto no valor contribuído para o INSS e IRPF, e claro, na maioria das vezes reclamarmos por tal contribuição.
Ultimamente fala-se muito em empreendedorismo, empreender, tornar-se um micro empresário, uma pessoa jurídica.
Fiquei surpreendida em como o SEBRAE incentiva os pequenos empreendedores e mais, como eles investem nessa categoria. Eles oferecem consultorias, palestras gratuitas e também cursos rápidos a um custo muito baixo.
Do ponto de vista celetista*, nem imaginamos o conjunto de regras que regem a abertura de uma empresa, são tantos os detalhes que nossas vistas chegam a ficar embaralhadas com tantos códigos, leis e impostos, que desconhecemos. São tantos termos novos que acabamos jogando tudo nas mãos dos contadores e o interesse acaba ficando escasso.
Só que antes de toda esta parte burocrática que enfrentamos ao abrir um novo negócio, temos um longo caminho a percorrer. Eu diria o caminho mais importante: O que abrir? Para quem? Que local? Como? Quais são os meus riscos?? etc, etc...
Saber em que segmento atuar, qual o cliente vou atender, quem será os meus concorrentes, os meus fornecedores, quais as tendências deste mercado, se será um produto/ serviço inovador e aceito pelo público alvo, são perguntas que fazem parte do que chamamos de Plano de Negócios, uma ferramenta que todos os empreendedores deverão utilizar ao constatar que quer abrir uma empresa.
O plano de negócios poderá ser elaborado sozinho ou com a ajuda de alguém e claro sem pressa, é o seu investimento que está em jogo...


Por Marcia Pacini
Fonte: http://www.administradores.com.br

Antipatias e simpatias

sábado, 16 de janeiro de 2010


Todos temos antipatias e simpatias. O que não podemos permitir é que nossas antipatias e simpatias interfiram em nosso trabalho ou em nossos negócios de forma a prejudicá-los.
Conheço pessoas que deixam suas antipatias e simpatias conduzirem suas vidas profissionais e, obviamente, perdem enormes chances de vencer na empresa e realizar excelentes negócios. Temos de ter em mente que todos temos o direito e, muitas vezes, o dever de trabalhar com pessoas por quem não temos muita simpatia e que não nutrem simpatia por nós. Uma antipatia entre gerentes pode prejudicar a qualidade de produtos e serviços de uma empresa inteira. Uma antipatia entre diretores pode fazer com que a empresa perca fornecedores essenciais. Uma antipatia entre secretárias pode fazer com que informações vitais não cheguem às pessoas certas, na hora certa, da forma certa.
Da mesma forma, uma descontrolada simpatia pessoal pode fazer com que se favoreçam pessoas, departamentos e empresas de forma pouco crítica. Muitas pessoas querem ajudar amigos usando a empresa como meio, sem levar em conta a competência desse amigo ou mesmo as condições em que esse favorecimento é feito.
Assim, é preciso que cada pessoa analise bem suas antipatias e simpatias. É preciso que todos façamos um exame de consciência para perceber se não estamos perdendo o necessário equilíbrio, deixando que essas emoções nos prejudiquem e nos façam cometer injustiças.
Antipatias e simpatias existem e sempre existirão. Sempre teremos mais prazer em trabalhar e negociar com pessoas que nos são simpáticas. Mas temos que reconhecer a diversidade da espécie humana e compreender que não é possível agradar a todos, ser simpático a todas as pessoas. Da mesma forma como nutrimos antipatias e simpatias por outras pessoas é preciso compreender que as outras pessoas também nos acharão simpáticos ou antipáticos e isso não deve ser fator impeditivo para nosso sucesso profissional. Num time de futebol ou de qualquer outro esporte coletivo, com certeza há simpatias e antipatias entre jogadores. Mas isso não pode impedir que a bola seja passada àquele que estiver melhor colocado para marcar o tento da vitória.
Nesta semana, veja se você não está permitindo que suas antipatias ou simpatias assumam o controle de sua vida profissional.
Pense nisso. Sucesso!

Por: Luiz Marins
Fonte: http://www.anthropos.com.b


O futuro é você quem faz, certo? Então se é a própria pessoa que enxerga e constrói os seus horizontes, a base de todo este processo e esforço certamente é o presente.

O presente nos garante a preparação e o resultado que teremos a frente. Tanto pela habilidade de entender a si próprio, como pela capacidade de se superar diariamente.

A superação diária é o combustível para garantir um futuro melhor e quem sabe muito maior do que a pessoa imagina.

São nos pequenos gestos que você percebe que está se superando e com isso aprendendo muito mais sobre o mundo a sua volta. E muitas vezes falta paciência ou disposição, porque a pessoa não gosta, não quer ou simplesmente não está afim.

O importante é você se dar conta que no mundo dos negócios não tem essa de fazer somente o que se quer ou quando se está disposto. Se superar é também isso, não é somente enfrentar os receios, batalhar, ser incansável, mas também estar disposto e aberto, mesmo quando você preferir não fazê-lo.

Saiba perceber que é uma responsabilidade e você tem de exercê-la na plenitude.

Então não se esqueça que fazer hoje é preparar o seu amanhã para acontecer mais rapidamente.

* Agradeça a quem lhe fez uma gentileza;

* Nunca se esqueça de responder todos os seus emials, no tempo e com a informação adequada;

* Dê feedback a todos àqueles que estão interagindo com você;

* Esteja alerta para manter todos informados sobre os processos comuns, as informações comuns, sobre os clientes em comum, sobre a oportunidades comuns;

* Nunca se esconda atrás de desculpas;

* Faça a sua parte no que está combinado e exija o mesmo;

* Quando alguém conversar com você, escute; seja uma simples conversa sobre amenidades ou seja sobre uma informação extremamente importante porque saber perceber a necessidade dos outros de interagirem faz você compreender melhor o que lhe cerca. E tanto quanto os outros, você também precisa interagir.

Fazer hoje, trás o seu futuro para hoje.

Pode parecer pouco, mas é só à frente que você perceberá a diferença que está fazendo para você mesmo.

Por: Jesús Vega
Fonte:http://www.baguete.com.br


Apesar da maioria das pessoas temer o desemprego, essa nova etapa pode acabar gerando bons frutos, já que o profissional terá mais tempo para planejar a sua carreira, se aprimorar e manter-se informado sobre a sua área. O resultado é um currículo mais competitivo e atual e, consequentemente, mais chances de se recolocar rapidamente no mercado de trabalho.

Manter-se atualizado é essencial para o profissional que está desempregado, já que ele saberá o que acontece na sua área e quais as oportunidades de voltar para o mercado de trabalho. “Se atualizar lendo um bom jornal e livro, além de fazer alguns cursos, é muito importante e de praxe. Assim como a manutenção da informação em geral, os cursos também têm uma grande importância nesse momento”, explica Edson Gil, consultor de estratégia.

Atualmente, a internet é uma ferramenta essencial na busca por um novo emprego, já que permite que em pouco tempo o profissional tenha acesso a informações e vagas de seu interesse. Entretanto, saber de onde vem a informação e se a fonte é confiável é imprescindível, como conta Constantino Cavalheiro, diretor da Catho Educação Executiva: “a Internet é um meio importante na busca de informação, no entanto, o profissional deve ser bastante criterioso em relação às fontes, buscando se informar daquelas que são mais confiáveis e desenvolvendo análise crítica”.

Paralelamente à atualização, a elaboração de um bom currículo e o networking são pré-requisitos para o profissional que quer voltar rápido ao mercado de trabalho. “O profissional desempregado deve investir tempo na elaboração de um ótimo currículo e em sua divulgação para as empresas de seu interesse, utilizando para isto todas as ferramentas disponíveis no mercado. Investir no networking também é muito importante”, explica Glaucia Santos, consultora de Recursos Humanos da Catho Online, “o primeiro passo é contatar os ex-colegas de trabalho. As chances de que alguém com quem o profissional já trabalhou o indique para uma oportunidade é muito maior se comparada à indicação de alguém pouco conhecido. Por isso, aborde seus ex-colegas informando sua disponibilidade no mercado e peça orientações sobre empresas que estejam contratando em sua área”.

Cursos

Para quem tem condição de investir financeiramente na carreira enquanto busca uma vaga de emprego, os cursos são uma ótima opção. Além do profissional se atualizar e adquirir novos conhecimentos, ele amplia sua rede de contatos e lida diretamente com pessoas da sua área de atuação. “A realização de cursos é um investimento para aumentar sua empregabilidade e a capacidade de entregar mais resultados para a futura empresa. É importante que o profissional faça uma análise entre as vagas que despertam seu interesse e sua qualificação atual e identifique a diferença entre aquilo que ele pode oferecer e aquilo que as empresas estão solicitando. Tendo identificando esta lacuna, o profissional poderá buscar cursos para preenchê-la”, explica Constantino Cavalheiro.

A Catho Online, por exemplo, oferece cursos online e presenciais, cada qual com as suas vantagens. Enquanto os cursos online têm um custo menor e podem ser feitos quando e onde o aluno desejar, os presenciais permitem um contato mais próximo com o instrutor e os demais alunos. No entanto, Constantino lembra que as duas modalidades podem trazer ou não o resultado esperado dependendo de sua metodologia, conteúdo e seriedade com que o aluno realiza o curso. “Minha recomendação é ser criterioso quanto à escolha do curso que irá realizar, avaliando principalmente quais contribuições aquele conhecimento poderá trazer para sua carreira. Não vale a pena fazer um curso apenas para acrescentar uma linha no currículo. Ele precisa aumentar sua capacidade de entregar resultado”.

Quando a opção é o curso presencial, além de aproveitar o conteúdo passado, o aluno tem a chance de ter contato com profissionais de sua área. “Participando de cursos e palestras é possível se manter em contato com outros profissionais, sendo uma excelente oportunidade para a realização do networking”, explica Glaucia.

No entanto, para isso, é preciso que o aluno vá preparado para o curso e que aproveite o contato com colegas de profissão. “Na grande maioria das vezes as pessoas vão despreparadas para os cursos. O profissional pode fazer, por exemplo, um cartão de visita, com o seu nome, telefone e email, e levar. Isso não é panfletar currículo. A pessoa vai apenas se apresentar, entregar o cartão e dizer que está procurando uma nova colocação no mercado de trabalho. Afinal, você nunca sabe quando a oportunidade pode aparecer na sua frente”, diz Edson Gil.

Glaucia lembra, ainda, que é comum haver objeção por parte dos contratantes em relação ao tempo em que o profissional permaneceu desempregado, principalmente se esse período for superior a seis meses, e manter-se atualizado por meio de cursos reduz a objeção dos selecionadores.

Mas, desempregado ou não, o aprimoramento profissional é uma regra hoje. “As empresas procuram cada vez mais profissionais qualificados e que consigam trazer resultados a curto prazo. A educação continuada que antes era um diferencial, hoje é um pré-requisito para os profissionais se manterem competitivos no mercado de trabalho. Os cursos são uma excelente opção nesse sentido, porque possibilitam que em curto espaço de tempo o profissional receba uma quantidade de informação e conhecimento importante pra desenvolver melhor suas atividades e avançar na sua carreira”, explica Constantino.

Entretanto, o emprego pode demorar a chegar, dependendo da área de atuação, nível hierárquico, salário e região onde o profissional reside. Por isso, manter a calma nessa hora é fundamental. “É quase inevitável que, depois de algum tempo procurando emprego sem ter retorno das empresas, o profissional desanime. No entanto, manter a motivação é essencial para que ele continue se dedicando na divulgação de seu currículo e, assim, seja contatado pelos empregadores”, orienta Glaucia, “Outra orientação importante é determinar algumas tarefas para o seu dia-a-dia e procurar realizar atividades que, enquanto estava empregado, não conseguia tempo para praticar. Cultivar o convívio com os familiares e amigos, praticar exercícios físicos e cuidar da saúde são essenciais e aumentam a autoestima, o que contribui para que o processo de recolocação profissional seja mais rápido e satisfatório”.

Por: Érica Nacarato
Fonte: http://www.umtoquedemotivacao.com.br


Surpreso com tal afirmação?

Sua experiência pode impedir o que você precisa saber.

Tem o poder de atuar como um filtro. Limita sua curiosidade.

Experiência tem valor, mas é necessário “fingir” que nada sabe e ficar aberto às novas idéias, as mudanças, o novo.

A curiosidade é poderoso instrumento para construir o sucesso do seu negócio politicamente correto.

Você aproveita melhor as oportunidades. Permite estabelecer novas abordagens e diretrizes estratégicas.

A curiosidade mantém você atento em um mercado em que a única certeza é a incerteza.

A experiência como um dogma leva você ao apego de conceitos, crenças e práticas obsoletas. Sempre foi deste jeito, e deu certo, para que mudar?

Uma observação muito perigosa, pois tudo muda, e é necessário adaptar-se. Tomar novos rumos.Criar outras perspectivas.

Ponha de lado sua experiência. Aprenda a arte de escutar e fazer perguntas com sabedoria.

As perguntas são aliadas da curiosidade, leva a pensamentos e soluções inteligentes.

Como esta novidade vai afetar o meu negócio. O que posso fazer para aproveitar esta oportunidade?O que acontece se nada fizer?

Vale a pensa pesquisar?Nosso produto ou marca caminham para o obsoleto?O que é preciso mudar?Qual o novo foco?

Pergunte, escute e peça opiniões. As opiniões constituem meio caminho para novas soluções.

Perguntas e diálogos sábios e simples levam a seleção e criação de bons problemas, que conduz as boas soluções.

Estabeleça um diálogo inteligente com o outro; ou você mesmo, é fundamental.

Não interrompa. Resista a uma replica imediata.

Pergunte mais. Explore a idéia.Você não sabe tudo.Vigie sua vaidade.

Humildade não é fraqueza, é poder. A humildade reconhece o que nos falta.

Não elimine mentalmente uma sugestão de negócio.

Vá ao fundo da questão. Pense. Análise.Faça novas abordagens.

Comporte-se como uma esponja para as informações. Depois selecione o que interessa e tome a decisão.

Não se sinta ameaçado por novas experiências e práticas.

Quando necessário abandone o obsoleto, o que não funciona.

A experiência precisa levar você a novas experiências. E a curiosidade é a chave para novos rumos. Mantém seu negócio funcionando.

Sua empresa e pessoal vão agradecer muito.

E os resultados irão surpreender você.

Imagine o impacto. Vai funcionar como uma onda muito positiva.

Vale a pena comprovar nossa proposta. Viva a curiosidade.



Wagner José dos Santos

Consultor de Marketing e palestrante.

Fonte: http://www.artigonal.com