Características de um Empreendedor

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


A nossa moeda corrente mais importante e poderosa é o nosso talento! Deveríamos ter aprendido isso na escola, mas não é porque isso não aconteceu que não podemos fazer acontecer agora. Pelo contrário, todos nós nascemos com um talento e um potencial empreendedor. A questão é descobri-los e gerenciá-los.

Daí a importância de se ter uma postura e comportamento empreendedores, para descobrir qual o talento que se tem, e empreender e administrá-lo como o melhor produto que existe.

O empreendedor é aquele que percebe oportunidades de crescimento e de negócio nas circunstâncias mais comuns. O empreendedor é uma pessoa que não se abate ao encontrar problemas. Ele fica entusiasmado, pois sabe que se há algum problema, há solução. Ou seja, ele consegue se entusiasmar mesmo em momentos de dificuldade.

Examine, cuidadosamente, o comportamento de um empreendedor e procure incorporar às suas atividades profissionais e pessoais. Você notará grandes diferenças e avanços. Veja algumas características que os empreendedores possuem:

Autoconfiança e Independência - O empreendedor é seguro e capaz de manter seu ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados desfavoráveis. Acredita em si mesmo, portanto, possui muita iniciativa e busca realizar tarefas desafiadoras. Luta por suas idéias, abre seus próprios caminhos, também procura ser seu próprio patrão.

Cidadania e Ética - Acredita em valores, que aplica em sua vida, como: ética nos negócios e relações interpessoais; comprometimento com o meio ambiente; crença no desenvolvimento sustentável e responsabilidade social.

Coragem - Sabe calcular riscos, diminuindo o seu impacto, e avaliar as possibilidades, de modo a controlar os resultados esperados. Por isso não teme situações desafiantes ou riscos moderados.

Comprometimento - Empenha-se na realização de seu sonho. Está comprometido com a concretização de seus projetos (pessoais e profissionais), mesmo que estes exijam muitos sacrifícios.

Criatividade - Encontra soluções melhores, às vezes surpreendentes. Produz qualidade e excelência. Tem por hábitos gerar idéias, desafiar-se constantemente para manter sua capacidade criativa.

Decisão - Faz tudo o que é possível para não fracassar, não tem medo do fracasso, não espera que outras pessoas tomem decisões por ele. Toma decisões e assume suas conseqüências. Seu poder de decisão e comportamento fazem com que ele tenha uma grande energia e muita disposição para seus projetos e idéias.

Habilidade - Possui habilidades e aptidões e procura aperfeiçoá-las e desenvolver outras mais. Tem como aptidões: iniciativa, ousadia, visão estratégica, espírito criativo, entusiasmo, prazer em lidar com pessoas, tem muito prazer naquilo que faz, é autoconfiante, eficiente e eficaz, entre outras. Tem como habilidades: detectar oportunidades, trabalhar em equipe, administrar bem o seu tempo e momentos de crise, ser flexível, efetuar planos de ação e de negócios, perceber a viabilidade econômica de suas atividades, preocupação com a qualidade de seus serviços e/ou produtos, entre outras.

Inovação - Procura inovar em seus produtos ou serviços, ou seja, busca sempre um diferencial ao que oferece. Está sempre atento ao concorrentes e aos outros profissionais da área para identificar falhas em seus produtos e serviços, para poder oferecer algo que possa deixar seus clientes (internos ou externos) satisfeitos.

Liderança - Tem capacidade de definir estratégias e objetivos, coordenar e delegar a realização de tarefas, incentivar pessoas e conquistar adeptos e apoio para as suas idéias. Ele cria, coordena, mas também acredita no potencial das outras pessoas e nos resultados que elas podem obter.

Organização - Por ser organizado e saber planejar, não desperdiça tempo, dinheiro e energia. Tem capacidade para utilizar recursos financeiros, materiais e humanos cuidadosamente. Estabelece metas específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e tangíveis, pois planeja cada passo. É capaz de mudar de planos ao perceber, depois de análise cuidadosa, que o cenário de seus planos está sofrendo alterações.

Otimismo - Acredita em seu potencial empreendedor, em seus sonhos e nas oportunidades que o mundo oferece. Para ele os problemas oferecem sempre possibilidades de solução e crescimento.

Paciência - Como o empreendedor acredita que a concretização de seus objetivos depende dele mesmo, não se angustia com fatores externos, os quais não pode controlar. Ele tem bastante discernimento e tranqüilidade para fazer acontecer o seu momento e influenciar as pessoas e ambiente que estão ao seu redor, para que possa realizar suas metas.

Persistência - Não desiste diante de um obstáculo. Ao contrário, busca formas de contorná-lo ou superá-lo, assumindo responsabilidade pelos métodos utilizados para alcançar suas metas.

Pesquisa - Procura manter-se sempre bem informado. Conhece a fundo seu negócio ou sua profissão. Pesquisa em livros, publicações, cursos e demais materiais que possam auxiliá-lo ou qualificá-lo para desempenhar melhor suas atividades.

Talento - Sem dúvida, o talento é a ferramenta para transformar idéias em negócios, problemas em oportunidades. O seu talento é a sua ferramenta, é a sua arma para surpreender, é uma inteligência natural. É um dom divino, que todos recebem sem aviso ou manual de instrução.

Aproveite essas dicas! Tenho certeza de que serão muito valiosas para você!

Por Leila Navarro, palestrante.
Fonte: http://www.leilanavarro.com.br


O início de um novo empreendimento sempre será cercado por dúvidas, mesmo considerando que todo o planejamento foi baseado em estudos e pesquisas, observando negócios já em funcionamento, a partir dos quais se aplicou as devidas inovações, que em tese serão o diferencial competitivo deste novo negócio.

Até que as portas sejam abertas e os clientes possam experimentar a novidade que esteja sendo oferecida a ansiedade toma conta.

O sucesso ou fracasso será medido a partir do fluxo de clientes e de quanto sobrará no final do mês no caixa, após pagar todas as contas.

Só faz sentido iniciar um novo empreendimento se for para se diferenciar dos já existentes no mesmo ramo de atividade e para ter lucro, caso contrário a exposição ao risco será extrema e poderá comprometer todo o capital e desperdiçar horas de dedicação.

Essa tal diferenciação deverá ser buscada naquilo que possibilite agregar valor ao produto final, seja inovando através:

- do produto (O café da Starbucks e o Ipod )
- nos processos (atendimento diferenciado ou nova forma de fabricar)
- nos preços (a mais perigosa de todas as alternativas)

Diversos são os negócios que são iniciados sem uma única diferenciação, apenas copiam os demais e abrem as portas para competir naquilo que deveria ser a última opção em termos de estratégia, “a redução de preços”.

É pura repetição, mais do mesmo.

Inúmeros foram os empreendimentos que conheci que utilizavam essa como sendo a única estratégia que possuíam, desconhecendo por completo os cálculos de formação de preço de venda e concedendo descontos que chegavam a 20% do preço para pagamento a vista.

Uma loucura!

Quanto mais vendiam, mais perdiam dinheiro, consumiram todo o capital próprio, tomaram recursos de terceiros e se endividaram ao máximo, até comprometer o funcionamento da empresa.

A grande maioria desses negócios foi vendida ou tiveram suas atividades encerradas de forma traumática, empregados demitidos sem receber salários, impostos atrasados, calote nos fornecedores e um sonho destruído, o de se tornar um empreendedor de sucesso.

- Precisa ser assim ou poderia ser diferente?

Quando analiso a quantidade de negócios que fracassam, comparado com os riscos de se investir na bolsa de valores, arrisco dizer que, dependendo do negócio que se pretende abrir, aplicar na bolsa é mais seguro e uma opção infinitamente melhor.

- Como assim?

- Explico melhor:

A grande diferença entre um novato aplicador na bolsa de valores e um candidato a empreendedor é que o primeiro aceita como premissa básica que pouco sabe e que precisará de ajuda de um profissional experiente para aumentar suas chances de ter retorno financeiro, além de estudar o mercado de ações ele geralmente tem a humildade como ponto de partida.

Dente os empreendedores novatos que conheci poucos são aqueles que admitem que pouco ou nada sabem sobre a gestão de um pequeno negócio e que precisarão de ajuda e de novos conhecimentos.

Muitos dos novos empreendedores se amparam em experiências profissionais anteriores, como empregado, para justificar que já estão quase prontos.

Retornando ao investidor de primeira viagem, se bem orientado por uma corretora séria, e com uma carteira de ações equilibrada, apesar dos riscos, o capital estará relativamente seguro e os ganhos virão no médio e longo prazo.

A maturidade empresarial só é adquirida com a experiência e tempo, pena que alguns pagam um preço muito alto para conquistá-la.

Se você não se sente seguro para investir num novo negócio, trabalhe melhor a sua idéia e faça como o novato investidor em bolsa de valores, procure ajuda e novos conhecimentos, esse tempo dedicado ao aprendizado será valioso e contribuirá para um começo de empreendimento mais estruturado.

Enquanto isso, os seus recursos financeiros poderão estar em aplicações seguras, com baixo risco como CDB e fundos de renda fixa, protegidos e aguardando o momento correto para financiar o seu novo negócio.

Fonte: http://blog.blogdoempreendedor.com


Se você perguntar à maioria das pessoas se elas desejam ter sucesso, elas responderão “sim”. Mas, quando iniciam a busca por seus objetivos, surgem as dificuldades, o desânimo começa a tomar conta, os pensamentos ficam negativos e então elas percebem que as dificuldades parecem maiores que o sonho.
Uma jovem que sonhava em participar de uma equipe olímpica de natação acordava todos os dias às 4:00 horas da madrugada, para treinar durante três horas, antes mesmo de ir a faculdade. Ela não ia às festas com os amigos, porque tinha que estudar para tirar notas altas.
Quando perguntaram o que a levava a este sacrifício sobre-humano, ela simplesmente respondeu: “Faço isso por porque amo nadar e esse sentimento me faz superar todos os meus obstáculos”. Essa jovem tinha o seu sonho maior que a realidade do caminho a ser percorrido.
E você!! O que o leva a fazer coisas sobre-humanas? Quais são as suas razões? Faça uma lista de objetivos a serem alcançados. Cole na geladeira, no espelho, na porta do guarda-roupa ou em um lugar onde todos os dias você possa visualizá-los.
Lembre-se: Começar requer coragem, seguir adiante requer compromisso e chegar lá requer persistência.


Prof. Menegatti
Fonte: http://www.portaldomarketing.com.b


Esse realmente é um bom negócio? O primeiro ponto sobre o qual você precisa ter certeza é quanto à oportunidade de negócio que identificou. Você realmente tem uma oportunidade de negócio nas mãos ou apenas uma idéia na cabeça? Qual a diferença?

De maneira bem simples e direta, podemos dizer que, se tem alguém querendo comprar o que sua futura empresa propõe vender, existe uma oportunidade de negócio.

Afinal de contas, podemos resumir a atividade empresarial numa ação de vender e lucrar. Se for comprovada a possibilidade de vender e de lucrar, então você encontrou uma oportunidade de negócio.

Note bem, vender e lucrar. Não basta somente vender. O que realmente é determinante de uma boa oportunidade é a quantidade de lucro. Não serve qualquer lucro. Mas somente um montante de lucro que compense toda a empreitada. Isto é, supere em ganhos o que poderia ser obtido em outros negócios e investimentos. Assim, uma questão puxa a outra.

a) Para começar, é preciso confirmar a existência de interessados em comprar o que você pretende vender, seja produto, seja serviço.

b) Por um preço que compense todos os seus custos e dê lucro.

c) Em quantidade que acumule, no final de um período de tempo, um montante de lucro que compense a empreitada.

d) E que essas condições durem por tempo que compense a montagem do negócio, para que ele dê o retorno que você deseja.

e) E, ainda, que você realmente se disponha a enfrentar e comandar o dia-a-dia dessa operação, o que significa que você e sua família adaptarão o estilo de vida às condições de que o negócio necessitar, caso você esteja no comando da operação.

Identificar estas questões. Refletir sobre elas. Obter resposta para cada uma delas. Conseguir as condições necessárias para realizá-las é o que chamamos de planejamento prévio.

Fonte: http://becocomsaidasebrae.wordpress.com


O dilema existe e tem se tornado mais frequente entre os profissionais brasileiros, com a chegada de empresas estrangeiras interessadas em investir no País: afinal, vale a pena deixar o emprego em uma companhia que já está consolidada no mercado para trabalhar em uma nova, que está surgindo agora?

Para a gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vanessa Novais, fazer essa escolha tem suas vantagens e desvantagens e a decisão dependerá do perfil de cada profissional. “Essa situação tem duas vertentes: pode acelerar a carreira, com um crescimento mais rápido, mas também pode significar um risco, porque pode ser uma furada”, explica.

Vanessa afirma que o profissional que se encontra nesse dilema deve pensar no que deseja nesse momento: acelerar o crescimento da carreira ou permanecer seguro na empresa atual? Além disso, deve avaliar a nova companhia.

“Existem muitas empresas estrangeiras que estão de olho no Brasil e estão vindo para cá, com capital para investir. O profissional tem que analisar se o grupo é consolidado lá fora, porque, neste caso, as vantagens podem ser muitas. Mas se é uma empresa totalmente nova, que não existe em outro país nem em outro estado brasileiro, o risco será maior que as vantagens”, ressalta.

Avaliando a empresa atual

Além de analisar a empresa nova, fazer uma avaliação da companhia atual também é importante, afinal de contas, ela pode existir há um certo tempo no mercado, mas não significa que esteja consolidada e sem riscos de apresentar prejuízos ou até mesmo de falir, futuramente.

Vanessa explica que essa análise deve considerar, além do tempo de mercado, o seu faturamento e se ela já passou por crises financeiras. “O mais importante é avaliar o faturamento, que deve ser maior que o da nova empresa, e o tempo de mercado”, explica. Para ela, uma empresa só pode ser considerada consolidada, caso já exista há mais de dez anos.

Lado bom e lado ruim

As vantagens de aceitar essa mudança são a aceleração no crescimento profissional e a remuneração maior. “O profissional fica com maior visibilidade no mercado, porque ele faz mais contatos e aparece mais. Ele não será apenas mais um gerente, mais um funcionário em uma empresa com 1 mil funcionários”, diz a gerente.

Em relação ao salário, Vanessa considera que, para que a proposta seja realmente vantajosa, a remuneração deve ser entre 30% a 40% maior que a quantia que o funcionário recebe atualmente.

Porém, a mudança também possui suas desvantagens, que vão além do risco de ser uma “furada”. “Em empresas novas, tem uma pressão muito grande dos investidores por resultados, e não há o peso do nome corporativo. Você não é um profissional daquela empresa conhecida, mas de uma que ninguém ouviu falar ainda”, ressalta.

Roberta de Matos Vilas Boas – InfoMoney
Fonte: http://www.umtoquedemotivacao.com.br

Ambiente Favorável à Criatividade

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


É possível superar metas quando confiamos nos talentos de nossos colaboradores.
O tempo do gerente-todo-poderoso-e-infalível cede lugar à força dos times.
No momento em que as tecnologias estão cada vez mais acessíveis, contribuindo na dobradinha “qualidade e preço”, o grande diferencial das empresas passa a ser a criatividade de seus talentos.
Sabe-se que o maior valor que uma empresa possui é o seu capital humano. Para colher seus frutos faz-se necessário cultivar um clima fértil e trabalhar para a formação de ambiente adequado.
Os gerentes líderes são elementos-chave neste processo.
Um time se sente mais confiante e seguro para sugerir inovações e gerar idéias de melhoria, quando seus líderes acreditam no seu potencial e o demonstram através de ações.

UM CASO
A gerente “M”, responsável na região nordeste, pela distribuição e vendas de uma grande linha de produtos destinada ao público feminino, viu-se às voltas com um grande desafio provocado pelo diretor de negócios: aumentar o faturamento mensal em 25%.
O cenário sinalizava ser quase impossível cumprir aquele desafio. As vendas vinham caindo e a clientela parecia adormecida para compras.
Senhora “M “ resolveu colocar em prática o que vinha lendo a respeito de “valorização das pessoas” : reuniu sua equipe, expôs a situação e as dificuldades que vislumbrava para atingimento de tal meta. Afirmou que confiava no potencial de cada um e pediu que pensassem em soluções naquele final de semana. Segunda-feira seria o dia “ D” , quando todos deveriam trazer sugestões.
Adivinhem o resultado?
As pessoas passaram o sábado se comunicando, organizaram um churrasco no domingo para facilitar o encontro e chegaram na segunda com um plano de emergência, cujas ações eram simples, diretas, objetivas e viáveis. Com o plano aprovado por todos, a senhora “M” constatou com agradável surpresa que seu time era imbatível. Motivação, garra, comprometimento e muito trabalho fizeram com que a região nordeste batesse o record em vendas sobre as outras regiões. O aumento do faturamento foi de mais de 40%.
PARA REFLETIR:
Você tem compartilhado sucessos e fracassos com sua equipe?
Consegue estimular as pessoas a gerar idéias e planos?
Coloca-os em prática e obtém resultados positivos?

DICAS PARA CRIAR UM AMBIENTE FÉRTIL:
• Dê espaços e liberdade para criar. A liberdade implica em aceitar pequenos enganos e promover a aprendizagem a partir deles. Lembrem-se: os grandes inventores, antes de chegar à sua criação fizeram inúmeras tentativas sem sucesso!
• Cultive o bom humor e demonstre coragem frente aos desafios. Nada mais desalentador do que um líder “baixo astral” .
• Estude a viabilidade das sugestões que chegam às suas mãos e dê uma resposta ao autor, mesmo que seja negativa.
• Cuidado com as frases assassinas: “Já fizemos isto antes”; “Isto custa muito caro”; “Não vai dar certo!”; “Nossa cultura não aceita este tipo de ação”.
• Institua um dia especial no mês ou na semana e coloque em prática com sua equipe: “dia de observar”; “dia das pequenas idéias”; “dia de vestir-se de forma diferente”, “dia do sim “, “dia do churrasco”. Lembre-se: o que vale é estimular as pessoas a sair da rotina e criar um clima lúdico.
• Encoraje sua equipe a seguir a estratégia CIA - Conhecimento, Inspiração e Ação.

Observação.: Este artigo foi inspirado em um caso real, a partir do relato de um participante de seminário para lideranças onde fui facilitadora do processo. Pelo fato de não ter solicitado autorização para publicação, foram omitidos o nome da empresa e da gerente em questão.

Por Maria Rita Gramigna
Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br

O bom humor no trabalho

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


Na busca por resultados, as organizações estão investindo cada vez mais no conceito do bom-humor. Os processos seletivos também estão permeados por essa idéia.

Proporcionar um ambiente de trabalho agradável é o que especialistas da área de recursos humanos pronunciam atualmente. O bom humor no trabalho favorece as relações interpessoais, tornando-as mais agradáveis; aumenta a união entre a equipe; eleva a produtividade; e ameniza o estresse, já que estimula a produção de hormônios responsáveis pela sensação de prazer.

Após analisar estudos sobre os efeitos do bom humor nas relações sociais, pesquisadores das Universidades Columbia e do Missouri, nos Estados Unidos, concluíram que as brincadeiras no ambiente de trabalho diminuem a fadiga.

A sensação de bem-estar provocada pelo riso propicia maior fluência de idéias, decisões mais criativas e sucesso no trabalho, que pode ser observado a partir da melhora no relacionamento, diminuição da tensão e aumento da auto-estima. O bom humor favorece o aprendizado, tornando-o mais eficaz.

Manter o bom humor no trabalho muitas vezes se torna um desafio em condições de trabalho não muito satisfatórias. A convivência, se trabalhada, pode afastar o clima estressante que muitas vezes paira no ambiente corporativo.

Por Patrícia Lopes
Euipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com