Dicas para ser um bom chefe

sábado, 30 de janeiro de 2010


Engana-se o gerente, ou chefe de equipe, ou até mesmo o dono da empresa, que pensa que todos os seus colaboradores estão sempre acomunados tentando lhe “passar a perna”. Conheço alguns que ficam vigiando seus subalternos com o intuito de pegar um deslize…
Tá! Em alguns casos isso acontece, mas não é uma regra. (Me ajudem os administradores de plantão…)

Primeiro: Quais são os objetivos e metas a serem alcançadas por uma organização – empresa qualquer – de pequeno, médio ou grande porte? (lucro dos acionistas, Satisfação dos clientes, Geração de empregos)

Segundo: Qual o papel do colaborador para que a empresa alcance os objetivos traçados? (Prestar um bom serviço, ter um bom relacionamento com toda a equipe, assumir a responsabilidade de traçar as metas e executá-las)

Terceiro: Como o administrador (chefe da equipe ou dono da empresa) dará o suporte adequado para que tudo funcione como o esperado? (incentivar o trabalho em equipe, administrar conflitos, definir os objetivos, metas, estratégias, fornecer boas condições de trabalho ao colaborador)

É indiscutível – uma das razões da queda de eficiência e produtividade de uma empresa está na má administração dos conflitos existentes.

A definição dos reais objetivos, metas, políticas e estratégias é fundamental para o crescimento de uma corporação. Após esta definição, será necessário aparar muitas arestas entre as divisões da empresa, que devem implementar as diretrizes definidas pela diretoria. A diretoria decidiu, as divisões elaboraram os procedimentos, mas a implementação é lenta, pois mesmo dentro de um departamento surgem divergências.

Então podemos perceber que as dificuldades de trabalho em equipe existem nos diversos níveis hierárquicos da empresa.

Mas o que é realmente trabalho em equipe? Todos cumprirem sem contestar as decisões superiores? Todos terem exatamente a mesma opinião sobre um determinado assunto?

Se por um acaso as respostas a essas perguntas forem positivas o fracasso deve estar batendo na porta da sua empresa. O trabalho em equipe, nesses casos, não acrescentará nenhuma vantagem competitiva para a empresa.

Portanto, opiniões divergentes e questionamentos entre níveis hierárquicos devem ser absolutamente saudáveis dentro de uma corporação aberta. Mas todos devem estar motivados para isso.

Trabalho em equipe consiste na sinergia de duas palavras: sincronismo e velocidade.

Em diversos momentos vejo palestrantes comentando técnicas administrativas milagrosas que ensinam a maneira correta do gerente lidar com sua equipe, ensinando a alcançar o ápice produtivo através do entrosamento “perfeito” dos colaboradores. Infelizmente muitas vezes eles esquecem que cada pessoa deve ser tratada de uma maneira diferente. Cada um tem suas particularidades e, muitas vezes o que motiva um não motiva o outro. Assim, o sucesso do administrador está na habilidade de conseguir dar sustentação as diferentes personalidades da equipe, trazendo sucesso para o grupo como um todo.

Fonte: http://blog.cronicanet.com.br

Frases Poderosas

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


"O homem que faz coisas comete erros, mas ele nunca comete o maior erro de todos - não fazer nada." - Benjamin Franklin (1706 - 1790) - estadista e cientista - um dos fundadores dos EUA

"Espíritos grandiosos sempre encontraram oposição violenta de mentes medíocres." - Albert Einstein (1879-1955)

"Pare de se queixar do que não tem e comece a criar o que quer." - Dr. Phil McGraw (1950 - ) - Psicólogo americano e apresentador de TV

"Acredita no melhor ... tem um objectivo para o melhor, nunca fiques satisfeito com menos que o teu melhor, dá o teu melhor, e no longo prazo as coisas correrão pelo melhor." - Henry Ford

"Podes ter de travar uma batalha mais de uma vez, para a vencer." - Margaret Thatcher

"Uma pedra intransponível para o pessimista, é uma pedra de apoio para o optimista." - Eleanor Roosevelt

"O tempo é sempre certo para fazer o que está certo." - Martin Luther King, Jr.

"Saber quando deves ter a tua boca fechada é frequentemente mais importante do que a abrir na hora certa." - Malcolm Forbes

"O Tempo é limitado, pelo que o melhor é acordar fresco em cada manhã, sabendo que tenho apenas uma hipótese de viver este dia e orientar todos os meus dias para uma vida de acção e propósito." - Lance Armstrong (1971 - ) - ciclista americano, 7 vezes vencedor do Tour de France, sobrevivente de um cancro

"Comece por fazer o que é necessário, depois faça o que é possível e em breve estará fazendo o que é impossível" - S. Francisco de Assis

"O estado da sua vida nada mais é do que o reflexo do estado da sua mente." - Wayne Dyer

"Independentemente do que tenha feito por si ou pela humanidade, se não pode olhar para trás e ver que deu amor e atenção à sua própria família, então o que é que verdadeiramente conseguiu?" - Lee Iacocca

"Quanto mais estudo os ricos, num esforço para aprender como ajudar mais pessoas a serem um deles, fico espantado pelo número daqueles que ainda não o são." - David Bach

"O Máximo que já conseguiu até hoje, não é o seu Máximo" - Adelino Cunha

"O pessimista pede emprestado problemas; o optimista empresta encorajamento." - William Arthur Ward

"Quando os teus desejos são suficientemente fortes aparentas ter poderes sobre-humanos para os alcançar." - Napoleon Hill

"O problema não é haverem problemas. O problema é esperar outra coisa e pensar que ter problemas é um problema." - Theodore Rubin

"Tu podes adiar, mas o tempo não." - Benjamin Franklin

"O primeiro passo para conseguir algo é desejá-lo." - Madre Teresa

"Pessoas com metas triunfam porque sabem para onde vão. É tão simples como isso." - Earl Nightingale

"Não quero rezar para me proteger dos perigos, mas para ser destemido ao encará-los. Não quero implorar para que me retirem a dor, mas para que tenha um coração que a possa conquistar." - Rabindranath Tagore

"Mostre-me um homem acomodado e eu mostro-lhe um fracassado" - Thomas Edison

"Alimente Grandes Pensamentos, porque nunca conseguirá mais do que o que pensa." - Benjamin Disraeli

"Nenhum homem pode tornar-se rico ou conseguir algum tipo de êxito duradouro nos negócios se for um conformista." - Paul Getty

"A função da liderança é produzir mais líderes, não mais seguidores " - Ralph Nader

"Aquilo que permanentemente digo a mim mesmo, em cada ano, é que quero no final do ano ser melhor jogador do que era no início. Se posso fazer isso, ano após ano, para o resto da minha carreira, terei uma bela carreira." - Tiger Woods - Golfista profissional

"O dicionário é o único local onde o sucesso vem antes do trabalho. Trabalho árduo é o preço a pagar para se ter sucesso. Você pode conseguir tudo desde que esteja disposto a pagar o preço." - Vince Lombardi

"Amor intenso não se avalia, apenas se dá " - Madre Teresa

"Compromisso é aquele ponto de viragem na sua vida em que se apercebe de um momento e o converte numa oportunidade de alterar o seu destino." - Denis Waitley

"Você nasceu como um original. Não morra como uma cópia." - John Mason

"Como seres humanos a nossa grandeza reside não tanto em ser capazes de refazer o mundo… mas em sermos capazes de nos refazermos a nós mesmos." - Mahatma Gandhi

"Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Ame como se nunca tivesse sido magoado. Dance como se ninguém estivesse a ver." - Satchel Paige

"Dêem-me seis horas para cortar uma árvore e eu gastarei a primeira hora a afiar o machado " - Abraham Lincoln

" "Não posso" nunca conseguiu nada. "Vou tentar" tem realizado maravilhas. " - George P. Burnham

"A Verdade é como o Sol. Podes esconder durante algum tempo, mas não desaparece." - Elvis Presley

"A influência de cada ser humano nos outros, na sua vida, é um tipo de imortalidade" - John Quincy Adams (1767-1848) 6º Presidente dos Estados Unidos da América

"Para crescer, tem de estar disposto a deixar que o seu presente e futuro sejam totalmente diferentes do seu passado. A sua história não é o seu destino. " - Alan Cohen

"Não tenha medo de dar o seu melhor naquilo que parecem ser pequenas tarefas. De cada vez que conquista uma, fica mais forte. Se faz os pequenos trabalhos bem, os grandes tendem a cuidar de si mesmos." - Dale Carnegie

"O maior prazer na vida consiste em fazer aquilo que os outros dizem que não se consegue fazer." - Walter Bagehot

"À medida que vou amadurecendo, presto menos atenção ao que os homens dizem. Simplesmente vejo o que fazem." - Andrew Carnegie

"Quando um sonho é realmente importante para uma pessoa, essa pessoa encontra a forma de realizar o que no início parecia impossível. " - Nido Qubein

"Há duas coisas a buscar na vida: primeiro, conseguir o que se quer; depois, saborear o conseguido. Só os mais sábios conseguem a segunda." - Logan Pearsall Smith

"Você torna-se aquilo em que pensa." - Earl Nightingale

"Nada pode dar mais poder na sua vida que concentrar todas as suas energias num número limitado de objectivos." - Nido Qubein

"O que se passa dentro, manifesta-se fora." - Earl Nightingale

"Sempre sonhe e aponte mais alto do que aquilo que sabe que pode fazer. Não se preocupe apenas em ser melhor que os seus contemporâneos ou predecessores. Tente superar-se a si próprio" - William Faulkner (1897-1962) - escritor americano galardoado com o Prémio Nobel

"A vontade de vencer é importante, mas a vontade de se preparar é vital." - Joe Paterno

"Não é a montanha que conquistamos, mas nós próprios." - Sir Edmund Hillary (1919 - ) - 1º homem a escalar o Monte Everest

"A minha filosofia é que não só você é responsável pela sua vida, como quando dá o seu melhor agora fica na melhor posição para o próximo instante." - Oprah Winfrey

"Aquele que acredita é forte; aquele que duvida é fraco. Fortes convicções precedem extraordinárias acções." - James Freeman Clarke (1810-1888)

"Nunca avalie o tamanho de uma montanha, até ter atingido o topo. Então verá quanto pequena ela era." - Dag Hammarskjold (1905-1961) - Secretário Geral das Nações Unidas - Prémio Nobel

"Não temos de nos tornar heróis do dia para a noite. Só um passo de cada vez, tratando cada coisa à medida que surge, vendo que não é tão assustadora como parecia, descobrindo que temos a força para a superar." - Eleanor Roosevelt (1884-1962) - Diplomata das Nações Unidas - Primeira dama do EUA

"No meio da dificuldade vive a oportunidade." - Albert Einstein

"Bem feito é melhor que bem dito." - Benjamin Franklin

"Hoje é um NOVO DIA. Você retirará dele apenas o que colocar nele." - Mary Pickford (1893-1979). Actriz canadiana, vencedora do Academy Award® e co-fundadora da United Artists

"Para ser insubstituível, tem de ser diferente." - Coco Chanel

"Eu sempre acredito que posso vencer o melhor, conseguir o melhor. Vejo-me sempre no topo." - Serena Williams (1981-) Campeã americana de ténis

"Obstáculos são as coisas assustadoras que encontra quando desvia os olhos do seu sonho" - Henry Ford

"Tento aprender do Passado, mas planeio o Futuro focalizando exclusivamente no Presente." - Donald Trump (14 Junho 1946 -)

"Se trabalha só por dinheiro nunca o vai conseguir, mas se gosta do que faz e coloca os clientes sempre em primeiro lugar, o sucesso será seu." - Ray Kroc (1902-1984) - fundador da McDonald's Corporation

"Não julgue cada dia pela colheita que fez, mas pelas sementes que plantou." - Robert Louis Stevenson (1850-1894) - escritor e poeta

"A derradeira medida de um homem não é onde ele se coloca em momentos de conforto e conveniência, mas onde ele se posiciona em momentos de desafio e controvérsia." - Martin Luther King, Jr. (1929-1968)

"Nada pode verdadeiramente substituir pequenas palavras de sincero apreço, bem escolhidas e ditas no momento certo. São grátis e valem uma fortuna." - Sam Walton (1918-1992) - fundador da Wal-Mart

"A dor é temporária. Desistir dura para sempre." - Lance Armstrong (1971 - ) - ciclista americano, 7 vezes vencedor do Tour de France, sobrevivente de um cancro

"Para começar, pare de falar e comece a fazer. " - Walt Disney

"Excelência não é uma excepção, é uma atitude permanente." - Colin L. Powell (1937 - )

"Nunca digas é impossível. Diz: ainda não fiz" - Provérbio do Japão

"Onde quer que vá, vá com o coração" - Confúcio

"Quando se encontra sem se procurar é porque já muito se procurou sem se encontrar" - Albert Einstein

"Quem quer fazer algo encontra um meio, quem não quer fazer nada arranja desculpas" - Provérbio árabe

"Suba o primeiro degrau da fé. Você não tem que ver toda a escadaria, antes de subir o primeiro degrau" - Martin Luther King Jr

Fonte: http://www.ihavethepower.net

Construindo e fortalecendo equipes

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


A integração de diferentes pessoas de uma empresa é fundamental para resolver problemas e manter o grupo coeso.

As atividades de Team Building para construir equipes tornou-se numas das ferramentas mais importantes de solução de conflitos e de adaptação a novas situações na organização. O assunto é tão importante que Pat Olsen, professora e escritora, explica no artigo Team Building Exercises for Tough Times, publicado pela Harvard Business Review, como esse tipo de treinamento em equipe pode proporcionar aos colaboradores uma visão mais clara e completa da organização, assim como ajudar a resolver problemas que existem nas equipes, até na solução de casos mais complexos e grandes crises.

Muitos dos problemas, que as organizações de qualquer porte e segmento, enfrentam hoje em dia se devem a falta de comunicação e informação oportuna entre os diversos departamentos e seus colaboradores, assim como através dos escalões hierárquicos. Em um dos meus livros escrevi que as pessoas perdem muito tempo nas organizações falando uma das outras ao invés de falar uma com as outras. Por isso problemas que parecem complexos podem ser solucionados de forma simples valendo-se uso do Team Building para fortalecer as equipes e deixar que elas superem o passado, compreendam o presente e construam o futuro.

P. Olsen comenta em seu artigo que o treinamento das equipes geralmente aumenta a motivação, fortalece o moral, motiva a coesão, fortalece os relacionamentos intra e interpessoais e permite que o grupo se concentre em um problema determinado. Este tipo de atividade não tem que ser desenvolvido em tempo específico e sim ser incorporado na vida diária dos colaboradores através de rotinas de trabalho, liderança efetiva, colaboração etc.

Não precisamos nos valer de exemplos de sucesso de Team Building acontecidos em outros países. Certa vez atendemos um grupo de executivos de área química para ajudá-los a fazer mudanças significativas em toda a empresa. O grupo se reunia todas as manhãs para “tomar café juntos”, antes de começarem a trabalhar, para trocar informações e conhecer mais sobre o andamento dos projetos e suas necessidades. Desta maneira, a equipe se converteu numa espécie de “junta diretiva”, que sentia as dificuldades, falhas e sucessos juntos.

Lições aprendidas

Três aspectos devem ser observados para se fazer uso das atividades de Team Building:

1. Atividades e treinamentos baseados em situações reais que possam ser aplicadas ao cotidiano de trabalho da empresa, pois reduz o stress e aumenta o conhecimento para solução de conflitos.

2. Aproveitamento da diversidade de personalidades que existam numa equipe. A opinião de diferentes pessoas e suas ópticas é que permite o crescimento da organização.

3. Compatibilidade da cultura da organização com a escolha de um consultor ou facilitador, alinhada com o que você realmente deseja alcançar e em que horizonte de tempo.

Pense nisso antes de mexer na equipe.

Fonte: http://profamarins.blogspot.com/

O Eterno Aprendiz 2

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O problema é que na realidade não aprendemos. Nos tornamos máquinas para processar um conteúdo e despeja-lo de forma relativamente processada na outra ponta. Infelizmente, no caminho do processamento, pouco ou nada agregamos de pensamento crítico ao conteúdo sendo processado, alem de decora-la.
Hermann Ebbinghaus, o fundador da pesquisa cientifica sobre memória, no século XIX, usou silabas ininteligíveis em seus testes de memória para assegurar de que o ato puro da recordação não fosse maculado pelo significado. Descobriu que as pessoas esquecem cerca de 80% do que aprendem em 24 horas. Após esse tempo, a perda é menos rápida. A acelerada perda de informação pelo subconsciente tornou-se conhecida como “a curva do esquecimento”.
Pesquisas mostram que, após uma semana, nos esquecemos de perto 75% e, após um mês, de 98%. Para melhorar este índice durante a leitura ou estudo anote as palavras desconhecidas e pesquise seu significado, o ideal é documentar o que foi lido, para que não se perca.
Um professor mais de uma vez distribuiu uma série de textos e pediu que os alunos lessem e indicassem os pontos que não concordavam com o texto. Foi um desafio gigantesco para a maioria dos alunos, pois o mestre não queria um simples resumo do texto; ele não queria que os alunos lessem e depois opinassem sobre o texto. Ele desejava que os alunos compreendessem o texto (o que é totalmente diferente de ler) e depois pudessem debater seus conceitos e experiências pessoais para poder realizar assim de modo crítico uma lista dos pontos com os quais não concordavam com o texto.
O que na maioria das vezes acontece é que os alunos não conseguem realizar a tarefa por estarem despreparados para tal.
Com o mundo globalizado podemos dizer, com certa segurança, que estamos na Era da Informação, novas informações nos chegam a todo o momento e sempre que nos deparamos com uma nova informação teremos duas possibilidades. Distorcê-la e procurar encaixar em nossas velhas categorias ou deixar a nova informação se organizar por si mesma.
Peter Senge propõe a Learning Organization , organizações e pessoas que aprendem o tempo todo conclamando pessoas e organizações a inovar, a se desenvolverem e, a aprender de verdade através de cinco disciplinas: raciocínio sistêmico, domínio pessoal, modelos mentais transparentes e éticos, objetivos comuns e aprendizagem coletiva.
Estas disciplinas possibilitam uma nova maneira das pessoas verem a si mesmas e ao mundo, interagindo melhor nos diálogos interno e externo, via comunicação intra e interpessoal.
Aprender a desaprender significa evoluir, deixar aquilo que acreditamos e aceitar novas verdades e como é difícil. Existe uma ferramenta em qualidade total que se chama 5S, onde o primeiro S é o descarte, todos que já trabalharam com esta ferramenta sabe como é difícil convencer as pessoas a abrir mão de objetos e coisas, a resistência é terrivelmente grande para estas coisas físicas e materiais, agora imagine como é difícil descartar idéias, verdades absolutas e dogmas que construímos e carregamos ao longo de nossas vidas, como é difícil mudar.
Para desaprender temos que descartar, desobedecer e desacatar o status quo em que nos encontramos.
Mas desobedecer não é sinônimo de desacatar. O desacato fica por conta do nosso olhar. Desobedecer significa não seguir as regras impostas; significa ousar, quebrar uma lógica; fazer diferente. A punição freqüente de toda e qualquer desobediência impede o desenvolvimento de uma das atitudes mais essenciais para a aprendizagem nesse novo século: quebrar paradigmas, ousar, reconfigurar. É, no mínimo, contraditório termos que educar para a mudança, para a reconfiguração constante, reprimindo permanentemente a ousadia. Os educadores e gestores confundem contestação com falta de respeito impedindo assim um ambiente evoluído de aprendizado.
Segundo Walther Hermann do Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano os professores estão cada vez mais inseguros, pois cada aluno assiste à televisão, está conectado à Internet e brinca em seu computador multimídia em casa. Viaja regularmente e participa de algumas discussões e decisões em seus lares.
Cada vez mais, esses professores convivem com o fantasma do não saber. Cada um desses alunos pode levantar a mão em aula e desmentir o conteúdo de seus ensinamentos como sendo desatualizados! Nós escutamos muitas "histórias da carochinha" em nossa educação e, muitas vezes, não tínhamos habilidade de argumentar e questionar. Essas novas gerações não aceitam tais fantasias. Suas percepções e seu acesso às informações disponíveis no ambiente são suas referências. Usam os mesmos instrumentos para colocar o sistema em contradição diz Hermann.
O mesmo drama vem sendo vivido dentro das organizações, onde a gerencia e alta gerencia, pessoas que já passaram dos 40 anos (geração baby boomer e geração X) enfrentam a entrada desta nova geração no mercado de trabalho, extremamente bem preparada, estudaram nas melhores universidades, completaram seus Pós MBAs em instituições de renome internacional, viveram e trabalharam em outros paises, fluentes em duas ou mais línguas e dominam tecnologias de ponta.
Seja nas corporações ou nas instituições de ensino está nova geração está abalando todas as regras e estruturas. Avessos a burocracias e processos inúteis, seus modelos mentais simplificam tudo ao seu redor. Os membros desta geração, batizada de Geração Y são jovens de 25 anos, mais velhos do que senhores de 70, adolescentes de 30 anos e crianças de 8 anos que já abandonaram os brinquedos. Não são vistos muitos deles no nível executivo de liderança, com exceção dos setores de alta tecnologia e de empreendimento de risco. As pessoas da Geração Y tendem a ser altamente pragmáticas, objetivas e orientadas às ações. A alta tecnologia é bastante atraente para a mentalidade da Geração Y, porque permite dar vazão à criatividade, inovação e resolução de problemas práticos. Nascidos na era da internet e globalização, esta geração está acostumada às mudanças constantes.
Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet.
O grande desafio das empresas é manter as marcas que hoje fazem sucesso e cresceram com os “baby boomers” (nascidos entre 1942 e 1953) e os acompanham na meia-idade na liderança. A dúvida é saber se elas vão se reinventar para atender à geração Y ou se serão substituídas nessa tarefa por marcas ainda desconhecidas.
Haverá, nos próximos anos, um choque de gerações, caso não repensarmos o ambiente de trabalho. A Geração X, que hoje atua nas organizações, é capaz de gerar resultados por meio de processos estabelecidos, regras claras, usando experiência profissional e de vida. A Geração Y chega trazendo respostas rápidas, utilizando recursos de informática com excelência e sendo capaz de criar novas soluções.
Um dos desafios mais importantes impostos às organizações da sociedade do conhecimento é o desenvolvimento de práticas sistemáticas para administrar a autotransformação, abandonando o obsoleto e aprendendo a criar o novo.
Compilando todas as informações que você recebeu agora, deve ter chegado à conclusão que não resta outra alternativa a não ser aprender reaprender.Esse será o desafio constante que cada um de nós irá enfrentar daqui pra frente. Não podemos deixar passar um dia sequer sem reaprendizado.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado.
Esqueçam a coerência, virtude tão exigida pela sociedade. Prefiram a inteligência de saber se posicionar diante de novas situações, novos ambientes e novos relacionamentos.
Nos próximos anos só terão êxito, e poderão alcançar o sucesso, seja em que atividade for, aqueles que hoje estão cuidando de rever suas práticas e seus paradigmas.
As práticas, as posturas e os comportamentos jurássicos atuais estão se tornando obsoletos. Na incrível velocidade do pensamento.
Recicle seu conhecimento.Aprenda, desaprenda e reaprenda.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.

Fonte: http://www.administradores.com.br

Especialista e Aprendiz

terça-feira, 26 de janeiro de 2010


Nenhum aprendiz é especialista, pelo menos até que se torne especialista, quando então deixa de ser aprendiz. O aprendiz que se acha especialista provavelmente jamais deixará de ser aprendiz. Já, todo especialista precisa aprender a ser aprendiz.

O parágrafo é propositalmente provocativo e reflexivo. Não venham com ilações que conduzam, por exemplo, à lembrança de que um especialista ou suposto especialista em assessoria tributária seja apenas um aprendiz desastrado em jornalismo. Até que a sugestão é pertinente, mas não foi esse caso que me moveu a preparar este texto. Foram outras situações, muito mais importantes.

Sugiro que o conceito de aprendiz e de especialista não seja desdenhado, porque na maioria dos casos os especialistas, por mais especialistas que sejam, caem do cavalo quando transpõem a especialidade a campos nos quais deveriam se comportar como diligentes aprendizes.

Querem um exemplo que não seja deliberadamente provocativo como o anterior para que se retire de vez o conceito do terreno da filosofia?

Imagine um cardiologista respeitadíssimo, que frequenta ambientes internacionais, palestrista de primeira linha, uma sumidade no assunto.

Esse especialista é aprendiz em tantas outras coisas que se não se der conta disso vai sentir na pele, na alma e também no bolso o quanto lhe custará a transposição automática. De excelência profissional será observado como estorvo em relações que poderiam ser construtivas e acabam antagônicas.

Quantos não são os casos de especialistas dos gramados de futebol, gente que fez a torcida delirar, que ganhou títulos diversos, que balançou redes com frequência, que fez defesas espetaculares, que lançou atacantes com passes mágicos, mas que, fora dos campos, nos negócios, na família, na relação com amigos, foram aprendizes incontroláveis?

Entre Pelé e Edson Arantes do Nascimento, por exemplo, há um abismo. Exigir de Edson a genialidade de Pelé é um convite à decepção.

Um Antonio Ermírio de Morais que se metesse a marcar gols seria patético.

Mas nem sempre conseguimos distinguir o Pelé e o Antonio Ermírio que acreditamos ser em nossas especialidades do Pelé e do Antonio Ermírio fora das respectivas especialidades.

Há, guardadas as devidas proporções, muitos Pelés e muitos Antonios Ermírios na praça, cujos amigos mais próximos poderiam, fossem honestos nos relacionamentos, alertar para os riscos de passarem de especialistas a incorrigíveis aprendizes. Como não se manifestam, como se omitem, acabam colaborando para o caos.

Tenho enorme preocupação em não sair de minha especialidade sem o respaldo de especialistas em outras áreas, com os quais me comportarei humildemente como aprendiz. O melhor dos especialistas é aquele que procura expandir o raio de atuação em funções assemelhadas nas quais não tem o domínio técnico integral, mas pode, sem tropeções, sustentar a coordenação e a integração.

Foi assim que concebi a Teoria da Produtividade Editorial, assunto do qual me ocuparei qualquer dia neste site, além de recuperar os textos que preparei sobre o assunto desde o lançamento dessa semente de multifuncionalidade compartilhada.

Quem de nós já não quebrou a cara porque imaginou que a especialidade que assegura uma condição de vida melhor poderia ser exercitada sem problemas em outras áreas?

Não faltam na praça oradores de peso que convencem platéias, que seduzem clientes e fornecedores, mas que, colocados na parede de relações pessoais, dessas que não admitem subterfúgios, dessas que exigem transparência, dessas que condenam manipulações, se dão mal para burro.

Especialista em qualquer coisa que se preze não pode perder jamais a capacidade de reconhecer-se aprendiz em tantas outras atividades, mas quem está acostumado a comandar com base na especialidade acumulada encontra enormes dificuldades de aceitar aprendizagem em outros terrenos.

Um executivo que decide por milhões de investimentos de uma companhia transforma-se em aprendiz diante de um engraxate, porque ali, sentado, deve mesmo se submeter a quem é do ramo. Quem de nós é capaz de cumprir tão bem o trabalho de um especialista em engraxar sapatos que se dá ao luxo, ao final da tarefa, de batucar um samba dos bons com aquela flanela abusadamente rítmica?

O aprendizado do especialista que pretende incorporar novos conhecimentos, principalmente em atividades afins, é um aprendizado menos demorado e extenuante do que o aprendizado da especialidade inicial, mas há um cronograma naturalmente imposto para que deixe de ser um principiante apenas.

Entretanto, o especialista que se transforma em aprendiz em atividade sem qualquer relação direta com a especialidade na qual se consolidou não pode perder jamais a perspectiva de que provavelmente começará do zero.

Especialista inteligente é aquele que procura diariamente acumular novos conhecimentos em áreas afins, expandindo o raio de atuação senão com a mesma tonicidade técnica pelo menos num ponto de aderência que reduza o impacto da aprendizagem convencional.

Especialista inteligente é aquele que procura nas eventualidades de aprendizado de algo sobre o qual não tem nenhuma intimidade comportar-se com dedicação e empenho dos iniciantes que se tornaram especialistas.

O grande nó na sociedade dos incluídos é que especialistas se acham sempre especialistas sejam quais forem os ambientes em que vivem e as funções que venham a exercer. Demora para cair a ficha de que por mais que sejam admirados pela especialidade que dominam, por mais que possam dominar todas as atenções como fruto da dedicação ao longo dos anos, serão simples aprendizes na maioria dos casos em que se despem da especialidade individual.

As pressões econômicas exigem que os especialistas em quaisquer que sejam as especialidades sejam mais e mais competentes, mas não lhes conferem em nenhuma circunstância o dom da sapiência ampla.

Algo semelhante à divisão de responsabilidades numa equipe de futebol, onde goleiro metido a centroavante só dará vexame, e centroavante metido nos trajes de goleiro sofrerá muitos frangos. A divisão de tarefas das equipes é emblemática do distributivismo das atividades na sociedade.

Vai se dar mal ou terá tudo para se dar mal quem quiser sair do terraço da especialidade específica e se jogar na piscina da multifuncionalidade arbitrária. Correrá o risco de morrer afogado nas águas da improvisação.

Fonte: http://www.capitalsocial.com.br

Como surgem as boas idéias?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010


Em um mercado cada vez mais competitivo, inovar e buscar boas idéias parecem ser palavras de ordem dentro das empresas. Ser criativo e pensar em algo novo podem ser ferramentas chaves para o sucesso de uma organização. O trabalho em equipe, nesse momento, é outro diferencial para que a boa idéia seja capaz de ser colocada em prática com eficiência.

Mas por que às vezes parece ser tão difícil inovar? Qual será a melhor forma de mostrar a criatividade dentro da organização? Confira a entrevista exclusiva do Portal Administradores.com.br com o especialista Rodrigo Rodrigues, diretor de planejamento a OpusMúltipla, sobre inovação, criatividade e boas idéias.


1) Existem situações, principalmente no âmbito profissional, que pedem para que sejamos criativos e que inovemos. Quais são os componentes comuns que ajudam na hora da inovação?

Inovação pressupõe ousadia. Ousadia pressupõe segurança em trilhar novos caminhos. Para trilhar novos caminhos, é necessário acompanhar tendências, monitorar concorrência, conhecer profundamente o comportamento, a vida, o dia-a-dia do publico alvo da sua inovação para assegurar-se de que ela será útil, necessária e pertinente.

Outro componente importante é a noção que tudo pode ser melhorado. Quebrar paradigmas é motivação para o inovador. É o sujeito que não costuma dizer “quando cheguei aqui já era assim”, ou “cresci fazendo deste jeito, não vejo porque mudar”.

Ouvir colegas, superiores, subordinados e submeter-lhes suas ideias é fundamental. Desse modo, pode-se aprimorar uma ideia, uma inovação.


2) Ser criativo é ver a mesma coisa que os outros vêem, e enxergar algo diferente antes deles? Quando a criatividade pode se transformar essencial para a empresa?

É sim. Numa época de equiparações tecnológicas e fluxo irrestrito de informações a criatividade é fundamental para criar e mudar e, assim, conseguir nadar num mar limpo e longe de tubarões. Ou seja, achar brechas no mercado para novos produtos e serviços.

A criatividade pode significar a criação de uma empresa e até de um mercado. Alguns exemplos:

a) o walkman

b) o iphone. Todos vinham numa tendência de diminuir o tamanho dos celulares, enquanto outros estavam pensando em ampliar suas funções;

c) o redbull. Num mercado já saturado por centenas de marcas de refrigerantes ele lança a era dos alimentos funcionais. Neste caso, a bebida com função energética e passou a ser líder mundial numa nova categoria.

d) a Caixa Econômica Federal, com os feirões da caixa que facilitaram o acesso do consumidor ao sonho da casa própria. Eles reúnem o banco (dinheiro), com cartórios, imobiliárias e outros serviços para que a pessoa feche o negócio rapidamente, sem se deslocar. Criaram um mercado novo para eles.


3) Porque muitos profissionais nunca buscam inovar ou ser criativos? Porque sempre ficam na rotina padrão? É acomodação?

Acomodação, falta de condições das empresas que não valorizam as idéias, que não criam fórum para debate, que não investem em treinamento para que a pessoa tenha idéias novas etc.

Além disso, é do ser humano buscar o conforto da rotina. A situação controlada.


4) Mas, também é de conhecimento comum que muitas vezes e em muitas áreas, o profissional pode sofrer alguns bloqueios que o impeçam de criar, de contribuir. Como evitar esse bloqueio?

Perguntando-se diariamente: “Há um jeito melhor de fazer isso”. O japonês chama isso de Kaizen, a melhoria contínua.

Além disso, participar de cursos, congressos, seminários, ler sobre assuntos gerais e técnicos, viajar, conhecer pessoas, circular por shoppings, mercados. Enfim, ampliar horizontes para colher referências novas.


5) A empresa que não investe e estimula os seus funcionários está fadada a ficar sempre no piloto automático, fazendo as mesmas coisas ou não existe relação?

Existe relação, sim. Muitas empresas, por falta de investimento nas pessoas e de facilitar o debate e geração de ideias, acabam sofrendo comercialmente. Ao perder mercado, diminuem investimentos e o ciclo perverso se completa. Como diz o Kotler, não há produto commodity ou sem diferenciação que precise brigar apenas por preço. Existe, sim, falta de criatividade dos gestores que não conseguem criar relevância aos seus produtos e serviços.

Por Fábio Bandeira de Mello www.administradores.com.br - (Primeira Parte)

2010 VAI SER O SEU ANO

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010


Atitude é fundamental. Tem gente que só sabe reclamar. Isso é catastrófico para qualquer pretensão de crescimento.

Em uma competição internacional, um atleta, com o rosto apreensivo, me perguntou:

— Doutor, o senhor viu o vento hoje?

Como eu não havia aprendido ainda a “ver” os ventos, respondi:

— Não, por quê?

— Está péssimo!

O esporte que o atleta praticava dependia da força dos ventos e ele estava preocupado porque as condições naquele dia não eram ideais. Então, perguntei novamente:

— Mas é só na sua raia?

— Não, lógico que não! O vento está ruim em todas as raias!

Então, carinhosamente, eu disse:

— Meu filho, não há vento ruim... O que há são esportistas bons e ruins. Alguém vai ganhar essa prova independentemente do vento. O seu verdadeiro desafio é aproveitá-lo melhor que os outros competidores.

Muita gente me pergunta quais são as perspectivas para este novo ano. Uma das profissões que mais têm crescido é a de “especialista em previsões de fracassos”. Essa nova geração de “fracassólogos” prevê que tudo vai dar errado na economia, nos empregos, no tempo e na sua vida. Frequentemente eles acertam, porque muitas pessoas trabalham com o coração cheio de medo e acabam realizando as profecias negativas.

Na Índia, o povo costuma dizer que Deus fala apenas uma palavra: sim. Não para o que as pessoas pedem, pois ele não é um pai que mima os filhos. Deus diz sim para o que as pessoas acreditam. Portanto, se você afirma que 2010 será péssimo, o Pai vai dizer sim e ajudar tudo a dar errado. Agora, se afirmar que o ano será sensacional, Deus também vai dizer sim. Ele age dessa maneira porque não quer que ninguém passe por mentiroso.

Neste ano, nosso país terá momentos de ventos sensacionais e outros de tempestade. E quem for mais competente ganhará a competição. Observe que o fato de o país crescer não significa que todos vão crescer nem que, se o país tiver problemas, todos vão perder. Tem gente que perde quando tudo vai bem e tem gente que cresce muito nas horas mais difíceis. Certamente você conhece exemplos dos dois casos.

A pergunta a fazer é: do que dependerá o resultado da sua vida em 2010? Eu digo que: da sua atitude perante as mudanças do vento e da sua competência em aproveitar as oportunidades. E, claro, jamais ficar com medo do vento!

1. Atitude é fundamental. Tem gente que só sabe reclamar. Isso é catastrófico para qualquer pretensão de crescimento. Já sua curiosidade pode criar soluções lucrativas. Imagine se o físico inglês Isaac Newton fosse um desses reclamantes inveterados. Na hora em que a maçã caiu na sua cabeça, em vez de descobrir a lei da gravidade ele sairia reclamando da prefeitura por ter plantado macieiras... Mas Newton resolveu estudar o fato e cá estamos nós falando dele quase 300 anos após a sua morte.

2. Competência também é essencial para realizar sonhos. Garra somente não é mais suficiente para fazer a carreira deslanchar. Para aproveitar os ventos, conheça muito sobre ameaças e oportunidades. Atitude somente não é suficiente para desenhar um belo plano de marketing. Postura somente não é o bastante para escrever um texto emocionante. Boa vontade somente não vai fazer de você um grande cirurgião. É preciso estudar muito e ser capaz de realizar seus projetos. Se você tiver a atitude de realizador, aliada a uma competência infinita, nenhuma crise vai derrubar você.

Retomando as minhas previsões: este vai ser um ano maravilhoso para aqueles que souberem aproveitar os ventos e péssimo para quem esperar vida fácil.

Em tempos de tempestade, haverá dois tipos de pessoa: as que choram pelos seus fracassos e as que vendem lenços de papel. Torço para que você saiba aproveitar as oportunidades que aparecerão e venda muitos lenços de papel para aqueles que simplesmente se limitam a chorar e se lamentar da situação!

Um abraço,

Roberto Shinyashiki

Fonte: http://shinyashiki.uol.com.br